MP ajuíza ação após identificar problemas estruturais em escola estadual de João Pessoa

Sede do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em João Pessoa Ascom/MPPB O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública após ap...

MP ajuíza ação após identificar problemas estruturais em escola estadual de João Pessoa
MP ajuíza ação após identificar problemas estruturais em escola estadual de João Pessoa (Foto: Reprodução)

Sede do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em João Pessoa Ascom/MPPB O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública após apontar problemas estruturais, ausência de climatização, além de irregularidades pedagógicas e administrativas na Escola Cidadã Integral Padre Hildon Bandeira, no bairro da Torre, em João Pessoa. A ação foi divulgada nesta segunda-feira (30). O g1 entrou em contato com a Secretaria de Estado da Educação, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem. Segundo o MPPB, as irregularidades vêm sendo acompanhadas desde 2025 por meio de procedimento administrativo. Nesse período, o órgão realizou inspeções técnicas com apoio do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária, que identificaram falhas estruturais, pedagógicas e administrativas na unidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O Ministério Público informou que parte dos problemas permanece mesmo após tentativas de resolução extrajudicial. Diante da ausência de providências consideradas suficientes, o órgão decidiu ajuizar a ação com pedido de tutela de urgência. No dia 19 de março, um grupo de estudantes da escola realizou um protesto para denunciar a falta de climatização nas salas de aula e problemas na estrutura física da unidade. O ato ocorreu no bairro da Torre e bloqueou um trecho da Avenida Júlia Freire. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A ação civil pública, protocolada em 13 de março de 2026, tramita na 1ª Vara da Infância e Juventude da capital e aguarda análise do pedido liminar. Entre as medidas solicitadas pelo MPPB estão a climatização de todas as salas de aula, envio e instalação de equipamentos para a sala de informática, restauração de paredes, portas e teto; reparo ou substituição de carteiras danificadas, reposição de cerâmicas e armários, instalação de exaustor e coifa na cozinha, reformas no ginásio, vestiários e auditório; pintura geral da escola e correção das irregularidades apontadas pelo Corpo de Bombeiros, com foco na prevenção de incêndios. Os prazos variam de 30 a 60 dias. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba