Prédio de secretarias de Campina Grande tem fornecimento de energia cortado após pedido de despejo

Prédio de secretarias de Campina Grande tem fornecimento de energia cortado Google A fornecedora de energia elétrica de Campina Grande cortou o fornecimento d...

Prédio de secretarias de Campina Grande tem fornecimento de energia cortado após pedido de despejo
Prédio de secretarias de Campina Grande tem fornecimento de energia cortado após pedido de despejo (Foto: Reprodução)

Prédio de secretarias de Campina Grande tem fornecimento de energia cortado Google A fornecedora de energia elétrica de Campina Grande cortou o fornecimento de energia do prédio em que as Secretarias de Administração e Secretaria de Obras da prefeitura estão instaladas, no Centro da cidade, após um pedido feito pelo proprietário do local. O imóvel é cedido por aluguel para a prefeitura e o corte aconteceu nesta terça-feira (13). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O dono do imóvel pediu o despejo das secretarias, porque alega atraso no pagamento dos valores estabelecidos para o aluguel. O contrato firmado prevê um valor de R$ 40 mil mensais pelo aluguel. Não há prazo para o restabelecimento da energia no prédio. Em nota, a prefeitura de Campina Grande disse que o corte de energia não aconteceu pela inadimplência no pagamento do aluguel, mas sim pela solicitação do proprietário do imóvel, titular da unidade de alta tensão. A prefeitura disse também que "adotou as providências administrativas cabíveis junto à concessionária para viabilizar a abertura de nova Unidade Consumidora" e que, em caráter excepcional colocou a execução do trabalho em regime remoto. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Dono de imóvel alega atraso do aluguel O dono do imóvel entrou com uma ação na Justiça para despejar as secretarias do local. De acordo com a ação, o imóvel foi locado inicialmente para a secretaria de Obras e, algum tempo depois, a secretaria de Administração também firmou um contrato para operar no mesmo espaço. O contrato com a pasta de Administração terminou no dia 7 de dezembro e o proprietário alega que não foram dadas explicações a respeito dos valores inadimplentes. Além dos atrasos, o proprietário argumenta também que há ocupação imprópria do local. Isso porque a secretaria de Administração segue operando no imóvel, mesmo com o fim do contrato. No caso da secretaria de Obras, o contrato terminou há cerca de dois anos e, de acordo com a ação movida pelo proprietário, a pasta continuou operando no imóvel enquanto o contrato vigente era apenas com a secretaria de Administração. A ação foi ajuizada junto à 2ª Vara Cível de Campina Grande, mas a juíza Gianne de Carvalho Marinho determinou o despacho para a Vara da Fazenda Pública. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba